Advogado em 2026 sem site é advogado invisível. Mas a OAB tem regras rígidas sobre publicidade, e passar dos limites gera processo ético. Dá pra ter site excelente, gerar cliente e respeitar a OAB. Este é o caminho.

O que a OAB permite

Permitido:

  • Nome, logotipo, endereço, contato
  • Áreas de atuação
  • Formação acadêmica e produção científica
  • Artigos técnicos e jurisprudências
  • Equipe e OAB/CPF dos advogados

Proibido:

  • Promessa de resultado
  • Menção a preços ou valores de honorários
  • Captação de cliente com linguagem mercantil
  • Comparação com outros escritórios
  • Depoimentos de cliente nominais
  • Divulgar caso específico (mesmo ganho)

Base: Código de Ética da OAB, Provimento 205/2021.

O que funciona (dentro das regras)

1. Conteúdo técnico de autoridade. Blog com artigos sobre temas da área. “Como funciona inventário em 2026”, “Direitos do trabalhador terceirizado”. Isso ranqueia no Google, gera cliente.

2. Páginas por área de atuação. Direito do trabalho, família, empresarial. Cada uma com conteúdo sério explicando o que sua equipe faz.

3. Equipe com formação e perfil. Cada advogado com LinkedIn, formação, publicações. Credibilidade é seu maior ativo.

4. Mídia e reconhecimento. “Mencionado no Valor Econômico” ou “Parceiro da Revista X” passam autoridade sem promessa.

5. Formulário de contato (não captação). “Fale com nossa equipe” em tom institucional, não “Quer ganhar sua causa?”.

Erros que geram problema na OAB

  • Banner “Primeira consulta grátis”
  • Frases como “defenda seus direitos” em tom publicitário
  • Antes e depois de casos
  • Avaliação estrelada de clientes
  • Tabela de honorários no site
  • Post patrocinado oferecendo serviço

SEO para advogado

Artigos técnicos são sua melhor arma. Um bom artigo sobre “divórcio litigioso” fica anos no topo do Google. Clientes que chegam por conteúdo confiam mais e fecham mais.

Conclusão

Site de advogado bom não vende, educa. E quem educa bem, vende sozinho. A Erwise desenvolve sites jurídicos conforme regras da OAB.